Não existe criança trans, mesmo que a ciência e uma emissora promovam

Fonte: Google

Recentemente a Rede Globo anunciou o filme “Minha Criança Trans” que será estrelado pela atriz Ingrid Guimarães, na ocasião, a cinebiografia levará às salas de cinema a relação de Thamirys Nunes, de Campinas (SP), com a filha Agatha, que iniciou a transição de gênero aos 4 anos. Devido a essa situação a própria Thamirys criou uma ONG em 2022 para receber pessoas que compactuam da mesma finalidade cuja identidade de gênero difere do sexo que lhes foi atribuído ao nascer.

Entretanto, a audácia é de grande intensidade, pois a família campineira atua pelas pautas de saúde, qualidade de vida, políticas públicas e garantia de direitos, formando uma rede de pais e responsáveis para combater um preconceito inesistente. E com o discurso anti-conservadorismo o pai e a mãe construíram um esquema de produção cultural através de um longa-metragem.

A “cereja do bolo” do assunto que envolve crianças e inversão de valores está na mancomunação com a ciência, porém a militância política se faz presente para que a operação do marxismo cultural atinja telas de cinema e plano de ensino. Pois essa ciência opera em aspecto de falsa legitimidade biológica onde existem profissionais que trabalham na mudança de sexo, a chamada cirurgia de redesignação sexual. Atualmente, parte da medicina afirma que uma criança de 2 anos de idade tem a capacidade de escolher se vai ser homem ou mulher, assim como será explanado no filme.

Desta forma, é importante ressaltar que a criança não tem capacidade de entender as implicações da decisão sexual, tudo o que ela corresponde está relacionado com a ordem dos responsáveis, e não há consentimento informado. E se um lado da medicina diz que a primeira infância tem total relevância para escolher o tipo de gênero, o outro lado da história é antagonista – exibindo que o poder dessa escolha não encontra-se em crianças, pois ao menos elas sabem diferenciar objetos letais de brinquedos.

Consequentemente, uma pessoa transexual é fruto de experiências sociais e o filme Minha Criança Trans vai pelejar contra essa informação estrategicamente , onde Thamirys afirmou em entrevista ao G1 que certa vez uma psicóloga determinou a necessidade de contato diário com o pai para assimilar a masculinidade no cotidiano. Sendo assim, a criança está sobre a tutela do adulto e dependente da sua visão de mundo, mas a própria família entra em conflito fomentando na mesma entrevista que o filho nasceu com o desejo feminino sugerindo a morte para uma suposta ressurreição em outro gênero.

A transgeneridade e homossexualidade são sinônimos para a estratégia política do socialismo, pois a bandeira erguida pelo marxismo vai contra o cristianismo e a sua principal direção – a Bíblia. Em Romanos 1:26-32 ela relata que homens e mulheres usufruíram da homossexualidade fazendo suas próprias vontades malignas e se distanciaram de Deus, havendo ganância, ódio, inveja, homicídio, brigas, mentiras, malícia e mexericos. Então, mediante ao livro mais antigo da humanidade (Bíblia) esse estilo de vida prova a letalidade para quem pratica quanto para quem apoia a prática.

O fato existente de pais doutrinando seus filhos com estratégias satânicas testifica o compromisso com a ruína do homem da pós-modernidade. Tudo isso governado por uma agenda que interfere subliminarmente na sociedade. Entretanto, a família de Campinas tem como objetivo converter uma ideia antes mesmo de conquistar um público, e a comprovação está quando se tem uma ONG para atingir outras esferas desse cenário. Ou seja, introduziram o filho em um assunto fora da realidade infantil, propagaram o conceito através de organização não governamental, uniram a ciência e agora anexaram a emissora conveniente e propagadora dessa pauta.

Tudo se trata de obrigar a tese do movimento LGBT que nesse instante soma com integrantes da medicina, educação, cultura e justiça. E independentemente do método usado, da aplicação ideológica, dos protagonistas contratados, a verdadeira causa nunca ultrapassará o que está escrito em Gênesis 1:27, “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”.

O movimento une todas as suas forças para uma tentativa de crescimento sociológico, mas a estrutura social verídica está testificada com a Bíblia que em apenas um versículo desmorona todo critério moderno passando por cima da medicina e filmes exóticos. E um detalhe importante: toda essa arquitetura progressista se diz respeito ao crescente número de destransição de gênero latente no País, colocando em risco o plano homossexual politizado.

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