
A previsão para a votação da proposta do projeto de lei antifacção de relatoria de Guilherme Derrite estava anunciada para terça-feira (11), e devido algumas divergências a data foi prorrogada para quarta-feira (12). Contudo, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, adiou novamente a resolução do assunto para a próxima semana, pois os líderes partidários pediram adiamento da votação apesar do projeto já estar pronto para ser votado no plenário.
A oscilação é de tal maneira que na segunda versão do texto, apresentada segunda-feira, 10, Derrite alterou o trecho sobre a atuação da PF. Agora, a PF poderá investigar facção por solicitação do delegado de polícia estadual ou do Ministério Público estadual, ou por iniciativa própria da PF, mediante comunicação às autoridades estaduais. E não obstante, o próprio Guilherme Derrite, necessitou de apresentar a quarta versão do parecer, ou seja, todo esse percurso explanou o verdadeiro aspecto da democracia – o impasse.
Entretanto, há uma necessidade de desconstruir a narrativa que se criou sobre o PL Antifacção, na ocasião, surgiram rumores que a Polícia Federal estaria enfraquecida para operar a lei. Sendo assim, Guilherme Derrite alegou que não somente no âmbito federal, mas também no estadual que, teriam interferência no combate ao crime organizado agindo em conjunto.
O texto do PL endurece a pena para líderes das organizações criminosas tendo o cumprimento direto no sistema penal federal, cancelando o acesso à visita íntima, excluindo o direito ao auxílio reclusão para os dependentes e monitoramento total da comunicação entre os chefes/cabeças do crime incluindo seus advogados.
O Comando Vermelho e o PCC provaram no Brasil que não são apenas um movimento fora da lei, mas sim instituições terroristas que articulam dentro e fora do país para massificar o poder e controle das capitais e regiões adjacentes. E para combater esse tipo de conduta a sociedade enxergou que o crime organizado precisará ser chamado de extremista da nação.
O fator determinante está no desfecho político que faz com que na democracia brasileira esse projeto precisará percorrer o curso das aprovações entre câmara e senado e para isso criou-se a estratégia que vai reduzir a contestação constitucional do poder judiciário.
Portanto, o real objetivo deve estar na demanda da população que sofre com a subserviência e exploração dos criminosos que agem na falha do estado, e se o assunto tem a obrigatoriedade de consentimento de deputados e senadores, isso nos leva a entender que a verdadeira autoridade dessa temática é a voz do pagador de imposto que aguarda a boa vontade do sistema legislativo para categorizar bandidos como usurpadores da liberdade.
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